domingo, 26 de junho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Fábio Linhares - Exercício 4
(1/4) Rascunhos


Inspirado em "Kindred Studio"
http://www.kindredstudio.net/


(2/4) Desenvolvimento
frente

trás

(3/4) FINAL - frente

1. Representação de Jorge Luís Borges no centro;
2. As fig. geométricas são metáforas da conversa entre Jorge L.B velho e J.L.B. novo -» representam duas mentes parecidas mas distintas;
FINAL - trás

1. O velho e o novo Jorge Luís Borges a conversar em cantos opostos de um banco - num parque em Cambridge com vista para Massachusetts, Boston;
2. Rio cinzento com pedaços de neve a flutuar;
3. Atmosfera pesada;
(4/4) Pormenores - frente




pormenores - trás








Inspirado em "Kindred Studio"
http://www.kindredstudio.net/


(2/4) Desenvolvimento
frente

trás

(3/4) FINAL - frente

1. Representação de Jorge Luís Borges no centro;
2. As fig. geométricas são metáforas da conversa entre Jorge L.B velho e J.L.B. novo -» representam duas mentes parecidas mas distintas;
FINAL - trás

1. O velho e o novo Jorge Luís Borges a conversar em cantos opostos de um banco - num parque em Cambridge com vista para Massachusetts, Boston;
2. Rio cinzento com pedaços de neve a flutuar;
3. Atmosfera pesada;
(4/4) Pormenores - frente




pormenores - trás






terça-feira, 21 de junho de 2016
Gabriela Dertonio - Exercício 4
Esboços no papel
Esboços no papel
Esboços no photoshop
Esboços no photoshop
Nota final - frente
Nota final - verso
Esboços no papel
Esboços no photoshop
Esboços no photoshop
Nota final - verso
sexta-feira, 10 de junho de 2016
domingo, 5 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
Marina Cruz- Exercicio 3
TEXTO:
"QUATRO COMPANHEIROS DE CASA"
- O Medo, a Insegurança, e a Desconfiança vão de mãos dadas pela rua, tentando chegar a casa seguros.
- Pensam no dia que passou, pensam com quem se cruzaram, pensam em quem lhes teme.
- O Medo relembra a surpresa, terrivelmente feliz com os seus olhos negros.
- De seguida, na esquina cinza, a doença, uma velha enrugada.
- Mais tarde o mar, aquele enorme e infinito ser que lhe suga o ar todo.
- E termina o seu pensamento vazio, esquecido como aquele mendigo que o olha cego na rua.
- A Insegurança ia igualmente calada. Tremia com a memória da prisão, pobre criatura de ar severo acorrentada ao chão.
- Relembrava ainda o homem mal-disposto que lhe negava passagem nas encruzilhadas em que estava.
- Mas não chegava. Pensava mo orgulhoso e egocêntrico bem-te-disse que a rondava com ar galante.
- E o dia dela só terminou com o selvagem a saltar para o meio do passeio, pedindo aceitação.
- A Desconfiança ia cabisbaixa. Naquele dia ela avistara o olhar da rua, empoleirada no parapeito com ar conservador.
- Lembrava também os gémeos multiplicados por mim que impediam a grande avenida.
- O pior de todos, foi esperar na interminável fila, para ouvir o seu veredicto cindo daquele homem de cabelos enrolados,
- Mas o seu dia so terminou na presença de um miúdo de palmo e meio, sozinho e isolado.
- “Que dia terrível”- disseram em uníssono.
- Já se via a porta de casa, a luz acesa e o fumo saindo da chaminé. “Ele já chegou”- disse o Medo.
- Abriram a porta: “Chegamos”- disse a Insegurança. “Boa, venham jantar!”- respondeu uma voz.
- Já todos sentados, a voz disse: “Como foi o vosso dia?”
“Terrível”- respondeu a Desconfiança com orgulho. “E o teu?”
“Fantástico, obrigada.”
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